O Peso da Alvorada
Nunca se sabe.
O sol nasce, a bruxa acordada.
Brinca com a decoração?
Ou busca o ruído de um cometa.
Pó. Estática.
As conversas loucas dos demônios —
aqueles que dominam os sonhos.
É um êxtase que despenca.
A alucinação ainda é doce,
e eu, de costas para o sol.
Que desperdício de luz.
Tão cheia de vida...
Que tédio.
Vou observar em silêncio agora.