A tarde foi mel nos dedos, Mas a mão ainda é doce, e gruda. O frio chega devagar — nos traz outra chama. A bruxa lança feitiços, nada cai que não seja dela. A escuridão espera, mas sob o sereno o fogo ainda canta... e a ingenuidade nos reclama.
O labirinto da alma, por ti delineado, Viver e morrer, em teu sussurro controlado. A luz, uma ilusão, que tua carne desfaz, Em ciclo eterno, que teu desejo me refaz.